Acabou por ser excomungado e quei\-mado numa pra\'e7a da cidade.\par *Schl\'f6ndorff, Volker (n. 1939): reali\-zador alem\'e3o. Distinguiu-se logo com o seu




НазваниеAcabou por ser excomungado e quei\-mado numa pra\'e7a da cidade.\par *Schl\'f6ndorff, Volker (n. 1939): reali\-zador alem\'e3o. Distinguiu-se logo com o seu
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Savonarola, Girolamo (1452-1498): frade dominicano italiano. Foi pregador e reformador e instaurou uma ditadura teocr\'e1tica e puritana em Floren\'e7a, mas acabou por ser excomungado e quei\-mado numa pra\'e7a da cidade.\par *Schl\'f6ndorff, Volker (n.1939): reali\-zador alem\'e3o. Distinguiu-se logo com o seu primeiro filme, O Jovem T\'f6rless (1965). Outras realiza\'e7\'f5es importantes: Michael Kohlhaas, o Rebelde (1968), A S\'fabita Riqueza dos Pobres Camponeses de Krombach (1970), A Honra Perdida de Katharina Blum (1979) e O Tambor (1979). Participou ainda na realiza\-\'e7\'e3o de um memor\'e1vel document\'e1rio sobre as lutas pol\'edticas na Alemanha dos anos 70: A Alemanha no Outono (1977-1978).\par *Sewall, Samuel (1652-1730): mer\-cador e juiz anglo-americano. Em 1671, formou-se no Harvard College. Na sua carreira p\'fablica, h\'e1 a destacar o exerc\'edcio da fun\'e7\'e3o de juiz (1684--1725), tendo sido um dos juizes especiais escolhidos para o triste\-mente c\'e9lebre julgamento das \'abbruxas de Sal\'e9m\'bb (1692). Ali\'e1s, foi o \'fanico juiz, deste processo, que veio a reconhecer os erros cometidos em tal julgamento. O seu Diary (3 vols., 1878-1882) constitui um importante documento sobre a vida e o pensa\-mento dos puritanos na Nova Inglaterra. Escreveu tamb\'e9m dois tex\-tos de especial interesse: The Selling ofjoseph (1700), um dos primeiros apelos contra a escravatura, e A Memorial Relating to the Kennebeck Indians (1721), a favor de um trata\-mento humano dos \'edndios.\par *Shoah. termo hebraico que significa \'abdestrui\'e7\'e3o\'bb, \'abcat\'e1strofe\'bb. Este termo, sin\'f3nimo de \'abholocausto\'bb (em grego: \'absacrif\'edcio\'bb religioso em que se queima totalmente a \'aboferenda\'bb) designa a trag\'e9dia do povo judeu na Europa, durante o nazismo.\par *Silvestre II (c.938-1003): papa. Fran\-c\'eas, chamava-se Gerbert d'Aurillac e pontificou de 999 at\'e9 morrer. Homem de grande erudi\'e7\'e3o, preocupou-se muito especialmente com a numera\-\'e7\'e3o chamada \'abromana\'bb.\par *Sime\'e3o Estilita, S. (c.390-c.459): asceta s\'edrio. Segundo a tradi\'e7\'e3o, ter\'e1 vivido quarenta anos em cima de uma coluna, no deserto.\par \lang1036 *Sollers, Philippe (n.1936): escritor franc\'eas. \lang2070 Ficcionista e ensa\'edsta. Redactor da revista Tel Quel.\par \lang1034 296\par *S\'f3lon (c.640-c.558 a. C): pol\'edtico grego. \lang2070 Foi o grande legislador ate\-niense, com um papel fundamental na defini\'e7\'e3o da democracia na Gr\'e9cia cl\'e1ssica.\par \lang1034 *Sontag, Susan (n.1933): escritora americana. \lang2070 Tornou-se conhecida e apreciada, sobretudo pelos seus ensaios: On Photography (1976), Illness as Metaphor (1978) e AIDS and its Metaphors (1989).\par *Stendhal (1783-1842): pseud\'f3nimo liter\'e1rio de Henri Beyle, escritor franc\'eas. Um dos grandes romancistas do s\'e9culo XIX: Vermelho e Negro (1830) e A Cartuxa deParma (1839).\par *Sura ou surata: o termo \'e1rabe sur\'e2 designa cada um dos cap\'edtulos do Alcor\'e3o; o termo surata, exactamente com o mesmo sentido, parece ser de origem turca.\par *Tai chi chuan: arte marcial chinesa. De origem remota, fundamenta-se no tau\'edsmo e na medicina energ\'e9tica chi\-nesa.\par *Tau: do chin\'eas tao, que significa \'abvia\'bb, \'abcaminho\'bb. \'c9, no tau\'edsmo, o processo de muta\'e7\'e3o das coisas, resultante da altern\'e2ncia das duas for\'e7as opostas mas complementares -o yin (princ\'edpio feminino e passivo) e oyang (princ\'edpio masculino e activo).\par *Teilhard du Chardin, Pierre (1881--1955): paleont\'f3logo, pensador e escritor franc\'eas. Pertenceu \'e0 Compa\-nhia de Jesus e dedicou-se ao ensino (F\'edsica, Qu\'edmica e Geologia). Gra\'e7as \'e0s investiga\'e7\'f5es que fez na China, contribuiu para a descoberta do chamado Homo Pekinensis. Elaborou\par um original evolucionismo em que participa o pr\'f3prio Jesus Cristo. O Fen\'f3meno Humano (1955) \'e9 a sua obra principal.\par *Teodoro de Mopsu\'e9stia (c.350-428 ou 429): te\'f3logo e escritor grego. Foi considerado o principal int\'e9rprete b\'edblico da escola exeg\'e9tica de Antioquia e foi bispo de Mopsu\'e9stia, na Cilicia.\par *Terci\'e1rio: \'e9 o per\'edodo mais antigo da era cenoz\'f3ica (ou do Cenoz\'f3ico). Compreende dois subper\'edodos - o paleog\'e9nico e o neog\'e9nico.\par *Teresa (de Calcut\'e1), Madre (1910-1997): religiosa albanesa. Viveu na \'edndia, onde veio a falecer, dedicando--se intensamente a ac\'e7\'f5es de solida\-riedade social. Pr\'e9mio Nobel da Paz em 1979.\par *Tertuliano, Quinto (c.160-c.220): apologeta e te\'f3logo de l\'edngua latina. Nasceu e morreu em Cartago. Con\-verteu-se ao cristianismo e ordenou--se sacerdote. Apesar de ter combati\-do v\'e1rias heresias - em especial o gnosticismo -, acabou por aderir a uma delas, o montanismo.\par \lang1034 *Thuan, Trinh Xuan: astrof\'edsico viet\-namita. \lang2070 Nasceu em Han\'f3i, em 1948. Estudou no Instituto Caltech (Cali\-f\'f3rnia) e na Universidade de Prince-ton. Desde 1976, \'e9 professor de Astronomia na Universidade da Virg\'ednia. Publicou j\'e1 tr\'eas livros: La M\'e9lodie Secr\'e8te (1988), Un Astrophysicien (1992) e O Caos e a Harmonia (1998), este \'faltimo a publicar pela Terramar.\par 297\par *Trim\'farti: em s\'e2nscrito, significa \'abque tem tr\'eas aspectos\'bb. No hindu\'edsmo, \'e9 designa\'e7\'e3o da trindade divina com\-posta por Brama, Vixenu e Xiva.\par *Trit\'e9mio (1462-1516): aporteguesamento do nome do humanista alem\'e3o Trithemius, Johannes. Foi frade beneditino, de grande erudi\'e7\'e3o.\par *Tutm\'e9s ou Tutm\'f3sis III (?-1450 a. C): fara\'f3 do Egipto (c.1504-1450 a. C). Foi um dos mais not\'e1veis governantes eg\'edpcios da Antiguidades. Reconquistou a S\'edria e a N\'fabia e, com a riqueza que assim acumulou, mandou construir o templo de Amon, em Carnaque, e outros monumentos.\par *Ullmann, Liv (n.1938): actriz norue\-guesa. Atingiu renome mundial prin\-cipalmente atrav\'e9s de alguns filmes em que foi dirigida por Ingmar Bergman: Persona, Cenas da Vida Conjugal e Sonata de Outono.\par *Vedas: em s\'e2nscrito, o termo veda significa \'abconhecimento divino\'bb. Os Vedas s\'e3o hinos sagrados, escritos em s\'e2nscrito arcaico entre os s\'e9culos XII e V a. C, embora j\'e1 existissem anterior\-mente sob a forma de tradi\'e7\'e3o oral difundida pelos br\'e2manes.\par *Vixenu: no hindu\'edsmo, \'e9 o deus que assegura a conserva\'e7\'e3o do cosmos, contrapondo-se a Xiva, que \'e9 o deus da destrui\'e7\'e3o.\par *Watergate: nome por que ficou conhecido o grande esc\'e2ndalo, de espionagem partid\'e1ria, que levou Richard Nixon a demitir-se da presid\'eancia dos Estados Unidos, em Agosto de 1974.\par *Wilson, Robert (n.1941): actor e encenador americano de teatro e de \'f3pera. Mais conhecido como Bob Wilson, tem-se distinguido muito especialmente pelas suas concep\'e7\'f5es de espa\'e7o e de tempo na represen\-ta\'e7\'e3o dram\'e1tica.\par *Xiita: deriva\'e7\'e3o formada a partir do termo \'e1rabe xi'a (que significa \'abpar\-tido\'bb, \'abgrupo\'bb). Os xi\'edtas tomaram o partido de Ali, primo e genro de Maom\'e9, na luta pela sucess\'e3o do pro\-feta. Mas esta luta foi favor\'e1vel aos sunitas, tornando-se assim os Xiitas uma minoria dentro do mundo mu\'e7ulmano (embora predominem de modo esmagador no Ir\'e3o, por exemplo).\par *Xiva: no hindu\'edsmo, \'e9 o deus da destrui\'e7\'e3o, entendida esta como acti\-vidade criadora.\par *Xossas: etnia da \'c1frica Austral, em grande parte presente na Rep\'fablica da \'c1frica do Sul.\par *Yuga: ver Kali-yuga.\par *Zen: palavra japonesa, derivada do termo chin\'eas ch'na - que tamb\'e9m constitui uma deriva\'e7\'e3o da palavra sanscr\'edtica dhyana (que significa \'abmedita\'e7\'e3o\'bb). Para al\'e9m deste mesmo significado, designa a escola ou seita budista nascida na China no s\'e9culo VI e mais tarde instalada e desenvolvida no Jap\'e3o. Alcan\'e7ou popularidade no Ocidente, especialmente nos anos 60 do s\'e9culo XX.\par \lang1033\'cdNDICE\par INTRODU\'c7\'c3O......................................................................................... 7\par Stephen Jay Gould\par \lang2070 O ANO 2000 E AS ESCALAS DO TEMPO............................................ 9\par As aventuras do calend\'e1rio................................................................ 12\par 2000 anos. Mas a partir de qu\'ea?....................................................... 15\par \'abMil anos s\'e3o como um dia\'bb.............................................................. 20\par Os terrores apocal\'edpticos................................................................... 24\par O fim dos tempos j\'e1 aconteceu........................incid\'eancia entre este per\'edodo de grandes transforma\'e7\'f5es e uma mudan\'e7a de mil\'e9nio. Significativa ou acidental, esta concord\'e2ncia dos tempos foi para n\'f3s um magn\'edfico pretexto para uma dis\-cuss\'e3o apaixonante com alguns dos grandes esp\'edritos da nossa \'e9poca. Assim, foi com grande empenho que conduzimos, ao longo de um ano, estas conversas, em Paris, em Nova Iorque, em Mil\'e3o e na Bretanha. Cada um dos nossos quatro autores releu atentamente o conjunto e reagiu aos textos dos outros interve\-nientes, alargando assim o campo do di\'e1logo. Pedimos igual\-mente a cada um uma conclus\'e3o, que inserimos no fim da obra.\par Orientam estas conversas quatro grandes temas. O ano 2000, a sua significa\'e7\'e3o e todas as quest\'f5es de cronologia que com ele se relacionam. A no\'e7\'e3o de \'abfim dos tempos\'bb, com a sua dupla resson\'e2ncia religiosa e profana. A quest\'e3o do pr\'f3prio tempo, na sua dimens\'e3o filos\'f3fica e cient\'edfica. Por fim, a nossa \'e9poca, com a sua especificidade, os seus desafios, as suas amea\'e7as e as suas promessas. Todos estes temas se misturam e se interligam ao longo das discuss\'f5es. No entanto, cada di\'e1logo possui a sua tonalidade inimit\'e1vel, ligada \'e0 personalidade do interveniente e ao seu campo de investiga\'e7\'e3o privilegiado. O leitor poder\'e1 veri\-ficar que se exprime aqui uma grande diversidade de pontos de vista e de convic\'e7\'f5es \'edntimas. Contudo, notar\'e1 tamb\'e9m m\'falti\-plas converg\'eancias, que revelam um certo estado de esp\'edrito comum a todos. Stephen Jay Gould, Jean Delumeau, Jean--Claude Carri\'e8re e Umberto Eco (por ordem de entrada em cena) chegam finalmente a acordo quanto a algumas palavras-chave: liberdade, lucidez, raz\'e3o, responsabilidade e humor.\par \lang1036 Catherine David\par Fr\'e9d\'e9ric Lenoir\par Jean-Philippe de Tonnac\par \lang2070\par O ANO 2000 E AS ESCALAS DO TEMPO\par \lang1033 por\par Stephen Jay Gould\par \lang2070\par \'c9 imposs\'edvel reflectir sobre o fim dos tempos sem ter em conta o \'abtempo profundo\'bb dos paleont\'f3logos e dos ge\'f3logos, vertigi\-noso telesc\'f3pio voltado para as origens. Segundo Stephen Jay Gould, a descoberta, no s\'e9culo XVIII, de que a hist\'f3ria do universo n\'e3o se contava em milhares mas em mil milh\'f5es de anos, deso\-rientou os cientistas e constituiu a maior revolu\'e7\'e3o intelectual dos tempos modernos. Gra\'e7as aos livros de Stephen Jay Gould, fic\'e1mos tamb\'e9m a saber que o \'abfim dos tempos\'bb j\'e1 aconteceu, muitas e muitas e vezes, sempre que uma grande cat\'e1strofe atingiu o planeta, e que, na verdade, somos os sobreviventes, os benefici\'e1rios dessas grandes extin\'e7\'f5es: fic\'e1mos a dever a nossa exist\'eancia a esses fins do mundo que marcaram a hist\'f3ria da vida. N\'e3o s\'f3 o desaparecimento dos dinossauros, h\'e1 65 milh\'f5es de anos, mas tamb\'e9m, por exemplo, o fim do P\'e9rmico, que elimi\-nou 95% das esp\'e9cies da superf\'edcie da Terra... E, se as coisas se tivessem passado de outra maneira, n\'e3o estar\'edamos c\'e1 para falar. Para Stephen Jay Gould, a evolu\'e7\'e3o baseia-se na contin\-g\'eancia e \'e9 pontuada por imprevis\'edveis apocalipses.\par Rebobinar o filme. Ver as origens. Stephen Jay Gould sentiu despertar este desejo dentro de si aos cinco anos de idade, quando viu os primeiros dinossauros. Compreendeu, alguns anos mais tarde, que tivera a sorte de nascer num s\'e9culo em que a ci\'eancia proporcionava, pela primeira vez, instrumentos fi\'e1veis para praticar esta extens\'e3o da imagina\'e7\'e3o -para mon\-tar esta superprodu\'e7\'e3o do esp\'edrito. Tornou-se, ent\'e3o, paleont\'f3logo. Mas, nos Estados Unidos, os compartimentos univer\-sit\'e1rios s\'e3o menos r\'edgidos do que na Europa: a geologia, a biologia, a astronomia, a filosofia, a hist\'f3ria, bem como, de resto, o basebol fazem parte das suas paix\'f5es. Todas estas dis\-ciplinas, portanto, irrigam e temperam o ensino que ministra em Harvard, no departamento de Zoologia, assim como as m\'faltiplas publica\'e7\'f5es que suscitam a alegria dos leitores.\par Nada de surpreendente se um esp\'edrito enciclop\'e9dico como o seu, habituado \'e0s mudan\'e7as de escala, se sente justamente conduzido a sair da sua especialidade para se interrogar, nos alvores do terceiro mil\'e9nio, sobre a medida do tempo que governa a nossa sociedade e as nossas vidas e, em particular, sobre a hist\'f3ria do calend\'e1rio e as teorias escatol\'f3gicas que com ela se prendem. Tamb\'e9m n\'e3o nos surpreender\'e1 ver que, neste caso, o fil\'f3sofo espreita por debaixo do historiador. Os combates de Gould s\'e3o os de um cientista que se recusa a ver no aparecimento do homem o resultado de uma qualquer inten\'e7\'e3o, considerando-o antes um epifen\'f3meno da evolu\'e7\'e3o.\par Como avaliar a realidade dos perigos que hoje nos amea\'e7am? De onde vem o fasc\'ednio das nossas sociedades pelos apocalipses anunciados? De um excesso de lucidez baseado em amea\'e7as reais? Ou de uma complac\'eancia m\'f3rbida pelo sensa\-cional e pela trag\'e9dia? \'c9 com um misto de erudi\'e7\'e3o e humor que Gould desenvolve as interroga\'e7\'f5es, sempre no sentido do rigor e da responsabilidade. A sua vis\'e3o de historiador leva-nos longe, desde os tempos profundos da evolu\'e7\'e3o at\'e9 aos esgares do marketing do apocalipse.\par - Ainda crian\'e7a, regozijava-se ante a ideia de se encontrar provavelmente vivo no momento da passagem do pr\'f3ximo mil\'e9nio. N\'e3o por rever\'eancia em rela\'e7\'e3o ao n\'famero 2 000, mas por saber que, nesse dia, toda a gente na Terra pensaria na mesma coisa. Devemos recear este n\'e3o-acontecimento ou aguard\'e1-lo tranquilamente?\par 10\par O ANO 2000 E AS ESCALAS DO TEMPO\par - N\'e3o h\'e1 nada a recear, n\'e3o acontecer\'e1 nada de especial! \'c9 justamente isso que \'e9 divertido: no passado, nas civiliza\'e7\'f5es reli\-giosas, as pessoas sentiam um terror real e profundo perante as cat\'e1strofes apocal\'edpticas. Na nossa idade secular, o que nos assusta \'e9 a falha inform\'e1tica que se produzir\'e1 se os computa\-dores interpretarem o ano 00 do ano 2000 como um retorno a 1900. Mas, ningu\'e9m est\'e1 \'e0 espera de que esta amea\'e7a inform\'e1\-tica constitua um Apocalipse no sentido b\'edblico.\par N\'e3o, acredite que nada de especial acontecer\'e1. As pessoas festejar\'e3o, haver\'e1 algumas mortes a mais nas estradas, alguns acidentes resultantes do \'e1lcool, talvez vejamos surgir novas seitas do estilo Heaven's Gate*. Outras menosprezar\'e3o estes p\'e2ndegos recordando a trivialidade e a arbitrariedade da data; mas, afinal, ser\'e1 uma festa maravilhosa, com as pessoas a bei\-jarem-se em todo o planeta. E, pronto, \'e9 assim.\par - Bastar\'e1 dizer a uma pessoa inquieta que qualquer data \'e9 arbitr\'e1ria para acalmar as suas ang\'fastias?\par - Acredita que muita gente tem medo do fim do mundo? Nesta \'e9poca profana? N\'e3o, n\'e3o exageremos... O ano 2000 \'e9 uma data muito especial, \'e9 verdade, mas por raz\'f5es que se confinam \'e0 hist\'f3ria do calend\'e1rio. Como sabe, teremos a rara sorte de assistir n\'e3o s\'f3 a uma mudan\'e7a de mil\'e9nio, mas tamb\'e9m a uma mudan\'e7a de s\'e9culo que compreende um 29 de Fevereiro. Na verdade, o ano 2000 ser\'e1 bissexto...\par - Obviamente, como 1996, j\'e1 que h\'e1 um ano bissexto de quatro em quatro anos...\par - N\'e3o diga isso! No nosso calend\'e1rio actual, suprimimos um ano bissexto de cem em cem anos, na fronteira entre os s\'e9culos. Mas, de quatrocentos em quatrocentos anos, o 29 de Fevereiro \'e9 reposto no virar do s\'e9culo... Esta excep\'e7\'e3o produzir-se-\'e1 no ano 2000.
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